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O Sindicato dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e TelĂ©grafos de Bauru e RegiĂŁo (Sindecteb) garantiu na Justiça o direito Ă permanĂȘncia de um vigilante armado em uma agĂȘncia dos Correios no municĂpio de Assis (SP). O local, por estar prĂłximo Ă divisa dos Estados do ParanĂĄ e SĂŁo Paulo, jĂĄ foi alvo de inĂșmeros assaltos. As ocorrĂȘncias diminuĂram depois que a segurança foi reforçada. Segundo o advogado do Sindecteb, Marcos VinĂcius Gimenes, apĂłs um convĂȘnio com o Bradesco, todas as agĂȘncias dos Correios se tornaram correspondentes bancĂĄrios. A legislação federal determina que estabelecimentos prestadores deste tipo de serviço tĂȘm direito Ă segurança armada e vigilĂąncia por cĂąmera, mas na prĂĄtica isso nĂŁo acontece. Gimenes explica que os Correios reforçam a segurança de suas agĂȘncias de acordo com uma escala. A âmatriz de riscoâ, como Ă© chamada, varia conforme o nĂșmero de ocorrĂȘncias policiais na empresa. No caso de Assis, a agĂȘncia era alvo de sucessivos assaltos e por isso teve a segurança reforçada com vigilantes armados. "NĂłs temos vĂĄrios casos desse tipo. Existem agĂȘncias que sĂŁo assaltadas quase que diariamente. A matriz de risco desses locais aumenta por causa das ocorrĂȘncias e a segurança Ă© reforçada. Quando a segurança Ă© reforçada, o nĂșmero de ocorrĂȘncias diminui. Passado um tempo, os Correios baixam a matriz de risco novamente e tentam diminuir a segurança. NĂŁo podemos deixar que isso aconteça", reforça o advogado. No caso de Assis, Gimenes lembra que a agĂȘncia fica em frente ao fĂłrum, local de bastante movimento e algumas vezes atĂ© confusĂ”es, o que aumenta a necessidade da segurança. |