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| A paralisação de agentes da PolÃcia Federal, que começou ontem em todo o paÃs, afetou o atendimento ao público na delegacia de ItajaÃ. Somente casos de emergência são encaminhados aos agentes que estão trabalhando. Os grevistas mantêm 30% do efetivo em operação. Os principais serviços afetados são a emissão de passaportes, certidões de uso de produtos quÃmicos controlados, fiscalização de empresas de segurança privada, registro de armas, concessão de porte de armas e atendimento a estrangeiros. A expectativa é de que a paralisação possa, também, impactar os trabalhos nos portos da região, já que cabe à PolÃcia Federal autorizar a entrada de estrangeiros e liberar a saÃda de navios. Para o representante de Itajaà do Sindicato dos Policiais Federais de Santa Catarina, Rafael Firpo, a greve é por tempo indeterminado. – Até lá, quem procurar a PolÃcia Federal e tiver urgência comprovada, será atendido. Para casos como passaporte de urgência, registro de estrangeiros ou cadastro de empresas de segurança privada, vamos atender. Os agentes querem a reestruturação de salários e de carreiras. O Brasil tem 6,5 mil agentes, 2 mil escrivães e 700 papiloscopistas, conforme dados da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef). O salário-base de agente é de R$ 7.514 e delegado varia entre R$ 13.368 e R$ 19,7 mil. Em ItajaÃ, as greves de outras outras categorias afetam as operações no porto. A paralisação dos servidores a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Receita Federal e Ministério da Agricultura prejudica a liberação de cargas. Ontem, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) obteve liminar da Justiça Federal, para garantir que os auditores da Receita realizem o desembaraço aduaneiro. |