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Segurança privada em alta movimenta bilhões no setor

10 Fev

Previsão é de que o mercado de segurança tenha faturado R$ 15 bi em 2010; já há mais vigilantes particulares do que PMs no País

A insegurança e o medo da violência são as principais causas do crescimento do mercado de segurança particular no Brasil. Segundo a previsão da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (FENAVIST), em 2010, o setor faturou em torno R$ 15 bilhões.

De acordo com números da Polícia Federal, existem 452 mil vigilantes particulares legalizados trabalhando no País. Desde 2009, o número é superior ao de policiais militares, com efetivo total de 411 mil.

Os recentes casos de invasão a condomínios e shopping centers chamam a atenção e auxiliam no crescimento do setor. Números do Secovi (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo), mostram que em 2010 já ocorreram 19 invasões a condomínios em São Paulo. Sob a mesma sombra de ameaça na capital paulista, os shoppings já somam 16 casos de invasões, furtos e tentativas, sendo 11 deles apenas no segundo semestre, com base em dados da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping).

Para Luciano Caruso, gerente de Marketing e de Operações da Graber, a segurança é um investimento cada vez mais necessário para as empresas. “As empresas e os condomínios já perceberam que a segurança privada é indispensável na atualidade. Com profissionais treinados e capacitados, ninguém terá sua vida colocada em risco e não haverá danos ao patrimônio”, disse.

Com este crescimento representativo, desenvolve-se também um mercado de segurança, mas é o de segurança particular clandestina. Pessoas sem treinamento, mal preparadas, sem porte legal de armas e sem a perícia técnica que um vigilante particular de uma grande empresa legalizada possui. “Está em início de trâmite um projeto cujo objetivo é criar o Estatuto da Segurança Particular, que visa barrar a atuação de vigilantes clandestinos, punir os envolvidos neste mercado e auxiliar o cliente para que não contrate serviços ilegais. É importante as pessoas pesquisarem sobre a empresa e se certificarem de que ela é confiável”, declara.

Nos últimos anos, o que se observa é um investimento por parte das empresas de segurança em seus funcionários. Algumas oferecem cursos e treinamentos constantes. “Na Graber, os funcionários passam por treinamentos e palestras de atualização com as novidades do mercado, fazem cursos e-learning e são remunerados de acordo com os serviços prestados em escala de evolução. Nós temos essa visão pioneira de valorização do funcionário, isso acaba refletindo no trabalho e os funcionários ficam mais incentivados a proteger nossos clientes”, explica Luciano.

Fonte: Graber

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